A convenção nacional do PSB, em Brasília, homenageou o deputado estadual Waldemar Borges, morto em 10 de julho. A ministra Luciana Santos, viúva do parlamentar, acompanhou a cerimônia.
A Convenção Nacional do PSB ocorreu em Brasília nesta quarta-feira, 29 de julho de 2026. O encontro reuniu dirigentes, parlamentares e filiados da legenda em um auditório na capital federal para uma série de deliberações internas. Entre os pontos da programação, destacou-se uma cerimônia dedicada à memória de membros recentemente falecidos.
Nesse momento de tributo, o partido prestou homenagem ao deputado estadual Waldemar Borges (PSB-PE), que morreu em 10 de julho, aos 67 anos. Borges era casado com a ministra da Ciência e Tecnologia, Luciana Santos (PC do B), presente ao evento como convidada. A lembrança da trajetória do parlamentar incluiu a exibição de imagens e a leitura de um texto sobre sua vida pública.
Ao final da apresentação, Luciana Santos não conteve a emoção e chorou diante do público. A ministra, que integra o primeiro escalão do governo federal, permaneceu em silêncio enquanto recebia o apoio de colegas de diferentes partidos. Mesmo sem discursos formais atribuídos à titular da pasta ou às lideranças do PSB, o episódio se tornou o momento mais marcante da convenção.
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O protocolo seguiu a tradição de encontros partidários, nos quais homenagens póstumas são incluídas para reconhecer a contribuição de figuras ligadas à sigla. No caso de Waldemar Borges, o gesto buscou enfatizar o vínculo mantido com militantes de Pernambuco e o respeito conquistado ao longo de décadas de atuação parlamentar.
Não foram divulgadas decisões específicas da convenção sobre estratégias eleitorais ou posicionamentos políticos durante a cerimônia de homenagem. A programação continuou com debates fechados ao público, de acordo com informações fornecidas por organizadores do evento.
Waldemar Borges era deputado estadual e integrante da bancada do PSB na Assembleia Legislativa de Pernambuco. A causa da morte não foi detalhada no material disponibilizado pela organização, mas o falecimento, ocorrido em 10 de julho, havia sido comunicado oficialmente pela família na mesma data.
A presença de Luciana Santos reforçou o caráter suprapartidário do tributo, já que, embora filiada ao PC do B, a ministra dividia a vida pessoal com um quadro histórico do PSB. O momento de comoção evidenciou, ainda, a dimensão pessoal que permeia as relações políticas, independentemente das siglas envolvidas.
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