Último dia do 51º Simpósio do Encontro Cultural de Laranjeiras valoriza mestres da cultura popular e projeta a próxima edição

Rafael Ramos
7 Min Leitura

Este sábado, 10, foi marcado pelo encerramento do 51º Simpósio do Encontro Cultural de Laranjeiras, evento realizado pelo Governo de Sergipe, por meio da Secretaria Especial da Cultura (Secult) e da Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap), com organização do Conselho Estadual de Cultura. Ao longo de quatro dias, o Simpósio, com o tema “É de Ponta de Pé, É de Calcanhar”, aprofundou reflexões sobre a folkcomunicação e reforçou o diálogo entre o campo acadêmico e as tradições populares.

No último dia, as atividades começaram com a Mesa 7 – “Estéticas da folkcomunicação: é de ponta de pé, é de calcanhar”, que reuniu os professores doutores Guilherme Fernandes (UFRB), José Cláudio Alves de Oliveira e Lindolfo Amaral, sob mediação do professor Frank Rolim de Almeida. 

Para o Prof. Guilherme Fernandes, estar presente no Simpósio é muito satisfatório, como pesquisador: “ouço falar deste evento há muito tempo; e estar aqui discutindo a folkcomunicação é uma grande honra, da rede Folkcom. É uma cidade histórica, acolhedora e muito rica culturalmente. Estar imerso nessa cultura é sempre gratificante”, explicou.

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Em seguida, a Mesa 8 – “A palavra e o corpo dos mestres da cultura popular” colocou no centro do debate os próprios detentores dos saberes tradicionais, com a participação de mestres e mestras como Neilton (São Gonçalo), Josefa Santos de Jesus (Samba de Roda – Simão Dias), Maria Ione (Lagarto) e José Ronaldo de Menezes (Zé Rolinha). A programação foi uma celebração da oralidade, da memória e dos corpos que guardam e transmitem práticas culturais essenciais à identidade coletiva, principalmente com os mestres sergipanos.

O Mestre Neilton, mestre do grupo São Gonçalo, que traz a homenagem do Simpósio este ano, mostrou-se satisfeito com a mesa temática. “Foi um momento inesquecível. O Simpósio é peça-chave para o Encontro Cultural. Nós viemos abrilhantar a abertura do Simpósio, fomos homenageados, mostrando que a cultura é viva e pulsa em Laranjeiras. A mesa pode ouvir nossos projetos com o São Gonçalo, e me deixa muito satisfeito em poder estar mostrando cultura no Simpósio”, finalizou o Mestre Neilton.

No encerramento da programação, foi realizada a mesa final para a escolha do tema do 52º Encontro Cultural de Laranjeiras, reafirmando o caráter participativo e reflexivo do evento, que constrói coletivamente as perspectivas para o futuro do encontro. A temática escolhida foi “Renovando a tradição: se não voltar esse ano, para o ano eu vou voltar”.

O encerramento oficial trouxe um clima de celebração e reconhecimento, destacando o compromisso do Governo de Sergipe com a valorização dos saberes tradicionais, a promoção do diálogo entre pesquisadores e mestres populares e a continuidade de espaços que fortalecem a identidade cultural do estado e do país.

O sábado, 10, foi marcado pelo encerramento do 51º Simpósio do Encontro Cultural de Laranjeiras, evento realizado pelo Governo de Sergipe, por meio da Secretaria Especial da Cultura (Secult) e da Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap), com organização do Conselho Estadual de Cultura. Ao longo de quatro dias, o Simpósio, com o tema “É de Ponta de Pé, É de Calcanhar”, aprofundou reflexões sobre a folkcomunicação e reforçou o diálogo entre o campo acadêmico e as tradições populares.

 

No último dia, as atividades começaram com a Mesa 7 – “Estéticas da folkcomunicação: é de ponta de pé, é de calcanhar”, que reuniu os professores doutores Guilherme Fernandes (UFRB), José Cláudio Alves de Oliveira e Lindolfo Amaral, sob mediação do professor Frank Rolim de Almeida. 

 

Para o Prof. Guilherme Fernandes, estar presente no Simpósio é muito satisfatório, como pesquisador: “ouço falar deste evento há muito tempo; e estar aqui discutindo a folkcomunicação é uma grande honra, da rede Folkcom. É uma cidade histórica, acolhedora e muito rica culturalmente. Estar imerso nessa cultura é sempre gratificante”, explicou.

 

Em seguida, a Mesa 8 – “A palavra e o corpo dos mestres da cultura popular” colocou no centro do debate os próprios detentores dos saberes tradicionais, com a participação de mestres e mestras como Neilton (São Gonçalo), Josefa Santos de Jesus (Samba de Roda – Simão Dias), Maria Ione (Lagarto) e José Ronaldo de Menezes (Zé Rolinha). A programação foi uma celebração da oralidade, da memória e dos corpos que guardam e transmitem práticas culturais essenciais à identidade coletiva, principalmente com os mestres sergipanos.

 

O Mestre Neilton, mestre do grupo São Gonçalo, que traz a homenagem do Simpósio este ano, mostrou-se satisfeito com a mesa temática. “Foi um momento inesquecível. O Simpósio é peça-chave para o Encontro Cultural. Nós viemos abrilhantar a abertura do Simpósio, fomos homenageados, mostrando que a cultura é viva e pulsa em Laranjeiras. A mesa pode ouvir nossos projetos com o São Gonçalo, e me deixa muito satisfeito em poder estar mostrando cultura no Simpósio”, finalizou o Mestre Neilton.

No encerramento da programação, foi realizada a mesa final para a escolha do tema do 52º Encontro Cultural de Laranjeiras, reafirmando o caráter participativo e reflexivo do evento, que constrói coletivamente as perspectivas para o futuro do encontro. A temática escolhida foi “Renovando a tradição: se não voltar esse ano, para o ano eu vou voltar”.

O encerramento oficial trouxe um clima de celebração e reconhecimento, destacando o compromisso do Governo de Sergipe com a valorização dos saberes tradicionais, a promoção do diálogo entre pesquisadores e mestres populares e a continuidade de espaços que fortalecem a identidade cultural do estado e do país.

 

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Rafael Ramos é jornalista e gestor de comunicação com atuação em múltiplos portais de notícias em Sergipe. Apaixonado por política nacional e internacional, esportes e cultura, assina coberturas que unem rigor informativo e linguagem acessível ao leitor contemporâneo. À frente do R2 Media Group, dedica-se a levar informação de qualidade para o público sergipano e brasileiro.
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