A Procuradoria-Geral da República (PGR) determinou o arquivamento do inquérito que investigava uma possível omissão de informações pela Presidência da República a respeito dos gastos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da primeira-dama Rosângela da Silva (Janja) e do registro de acessos de familiares ao Palácio do Planalto.
O procedimento havia sido instaurado pelo Ministério Público Federal (MPF) há cerca de um ano para apurar a aplicação de sigilos administrativos e eventuais negativas de acesso a dados públicos durante o atual governo.
A investigação ganhou visibilidade em fevereiro de 2025, quando a revista Veja revelou que o caso estava sob análise da assessoria criminal do gabinete do procurador-geral Paulo Gonet, já que envolvia diretamente o chefe do Executivo.
Entre os pontos levantados pelo MPF estavam:
Preços vistos na Amazon em 12/08 e sujeitos a alteração. Como Associado da Amazon, recebo por compras qualificadas.
- quantidade de assessores vinculados à primeira-dama;
- despesas com alimentação no Palácio da Alvorada;
- deslocamentos em helicóptero presidencial;
- registros de visitas de filhos do presidente ao Planalto;
- possível uso do “sigilo de 100 anos” para restringir o acesso a esses dados.
Em meio às apurações, a CNN noticiou, também em fevereiro de 2025, que procuradores haviam enviado pedidos formais de esclarecimento ao governo federal. Na época, a Presidência declarou estar “absolutamente segura” quanto à regularidade de seus atos e prometeu responder a todas as solicitações.
No início de 2026, o procurador-geral determinou o arquivamento do caso diretamente em seu gabinete. O despacho, bem como os fundamentos utilizados, foi classificado como sigiloso, mantendo sob reserva os detalhes que embasaram a decisão.
Com o arquivamento, a investigação foi oficialmente encerrada, sem divulgação dos critérios que levaram ao fechamento do processo.
Com informações de Direita Online
Siga a República da Verdade e entre no nosso grupo exclusivo de discussão política.









