Sergipe — A Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL) atende mais de mil procedimentos e realiza cerca de 400 partos por mês, segundo relatos sobre o trabalho da Rede Estadual de Saúde.
- Unidades envolvidas: MNSL, Banco de Leite Humano Marly Sarney (BLH) e Ambulatório de Seguimento do Recém-Nascido de Alto Risco Maria Creuza de Brito Figueiredo.
- A MNSL é referência em partos de alto risco e abriga setores como a Ala Rosa para gestantes de risco.
- Vidas foram acompanhadas desde internamento até a alta: casos citados incluem nascimentos com 31, 34 e 35 semanas.
- O BLH incentiva amamentação, promove doação de leite e realiza acompanhamento pediátrico após a alta.
Atendimento e estrutura da MNSL
A ‘Lourdinha’ é dividida em setores para gestantes, puérperas e prematuros, com áreas específicas para internamento de alto risco. A Ala Rosa é destacada como essencial para vigilância contínua e segurança materna e fetal.
Histórias de mães atendidas
Entre os relatos, está Kailane Araújo Santos, de 23 anos, de Tobias Barreto, mãe do pequeno Hendrew, cujo parto ocorreu às 34 semanas na MNSL.
“Eu sempre quis ser mãe, mas tive um aborto e me entristeci. Depois, fiquei grávida novamente e tive bolsa rota. Fiquei aflita e fui encaminhada para esta maternidade. Passei um tempo na Ala Rosa aguardando chegar o tempo certo e, com 34 semanas, meu menino nasceu de parto normal. Hoje estou muito feliz e realizada. Vai ser o primeiro Dia das Mães que vou passar com ele em meus braços e na minha casa, porque já vamos receber alta hospitalar”
— Kailane Araújo Santos, 23 anos, natural de Tobias Barreto
Superintendência e humanização
A superintendente da MNSL, Lourivânia Prado, destacou o caráter humanizado do atendimento e a dimensão emocional do trabalho com mães.
“Ser uma profissional que cuida de mães é algo muito enriquecedor. Temos muitos desafios e aprendizados que levamos para a nossa vida, porque eu amo ser mãe das minhas filhas. Para mim, ser mãe é ter responsabilidade, doação e muito amor”
— Lourivânia Prado, superintendente da Maternidade Nossa Senhora de Lourdes
Acompanhamento pós-alta: Banco de Leite e Ambulatório
O Banco de Leite Humano Marly Sarney incentiva a amamentação e apoia mães com dificuldades. O Ambulatório de Seguimento do Recém-Nascido de Alto Risco atende prematuros e suas famílias após a alta da MNSL.
O caso de Sandra Priscila Santos Souza, balconista e moradora de Nossa Senhora do Socorro, ilustra o acompanhamento: ela deu à luz Maria Luíza em 24 de março deste ano, bebê prematura nascida com 34 semanas que passou a ser acompanhada pela pediatra do BLH desde a alta.
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“Quando eu descobri que seria mãe novamente, agora aos 40 anos, foi totalmente diferente, pois é como se estivesse começando tudo outra vez. Mas, com o amadurecimento, vem a sensação de aproveitar mais a maternidade. Saber o significado da maternidade depois dos 40 é totalmente diferente. Então, é maravilhoso. Eu só tenho a agradecer a Deus, mais uma vez, pela dádiva de ser mãe. Amo meus filhos, eles são meus presentes de Deus”
— Sandra Priscila Santos Souza, balconista, moradora de Nossa Senhora do Socorro
A operadora de telemarketing Irlane Santos Pinto, de 29 anos, relatou que a filha Alana nasceu com 31 semanas e ficou 40 dias internada; hoje ela leva a bebê mensalmente ao ambulatório para pediatra e fisioterapia.
“É muito cansativo ser mãe, mas é gratificante. Não esperamos nada em troca, o amor é grande. Eu cuido das minhas filhas e trago Alana uma vez por mês para fazer o acompanhamento. Hoje vim fazer um ultrassom da moleira dela. Acho o atendimento aqui maravilhoso, desde a recepção”
— Irlane Santos Pinto, operadora de telemarketing, moradora do conjunto Fernando Collor
Outro caso é de Celina de Oliveira Santos, de 40 anos, natural de Porto da Folha, que apresentou hipertensão e diabetes na gestação; sua filha Alice Vitória nasceu com 35 semanas e teve 15 dias de internação antes do acompanhamento ambulatorial.
“É muito bom ser mãe, é um privilégio. Tem tantas mulheres que querem ser mães e não conseguem. Temos trabalho, passamos por dificuldades para criar os filhos, mas é muito gratificante. Tudo vale a pena”
— Celina de Oliveira Santos
As informações sobre a atuação dessas unidades constam no material divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde de Sergipe.
Fonte oficial: Secretaria de Estado da Saúde de Sergipe (SES‑SE)
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Crédito da imagem: Divulgação / Secretaria de Estado da Saúde de Sergipe
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