Este sábado, 10, foi marcado pelo encerramento do 51º Simpósio do Encontro Cultural de Laranjeiras, evento realizado pelo Governo de Sergipe, por meio da Secretaria Especial da Cultura (Secult) e da Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap), com organização do Conselho Estadual de Cultura. Ao longo de quatro dias, o Simpósio, com o tema “É de Ponta de Pé, É de Calcanhar”, aprofundou reflexões sobre a folkcomunicação e reforçou o diálogo entre o campo acadêmico e as tradições populares.
No último dia, as atividades começaram com a Mesa 7 – “Estéticas da folkcomunicação: é de ponta de pé, é de calcanhar”, que reuniu os professores doutores Guilherme Fernandes (UFRB), José Cláudio Alves de Oliveira e Lindolfo Amaral, sob mediação do professor Frank Rolim de Almeida.
Para o Prof. Guilherme Fernandes, estar presente no Simpósio é muito satisfatório, como pesquisador: “ouço falar deste evento há muito tempo; e estar aqui discutindo a folkcomunicação é uma grande honra, da rede Folkcom. É uma cidade histórica, acolhedora e muito rica culturalmente. Estar imerso nessa cultura é sempre gratificante”, explicou.
Em seguida, a Mesa 8 – “A palavra e o corpo dos mestres da cultura popular” colocou no centro do debate os próprios detentores dos saberes tradicionais, com a participação de mestres e mestras como Neilton (São Gonçalo), Josefa Santos de Jesus (Samba de Roda – Simão Dias), Maria Ione (Lagarto) e José Ronaldo de Menezes (Zé Rolinha). A programação foi uma celebração da oralidade, da memória e dos corpos que guardam e transmitem práticas culturais essenciais à identidade coletiva, principalmente com os mestres sergipanos.
O Mestre Neilton, mestre do grupo São Gonçalo, que traz a homenagem do Simpósio este ano, mostrou-se satisfeito com a mesa temática. “Foi um momento inesquecível. O Simpósio é peça-chave para o Encontro Cultural. Nós viemos abrilhantar a abertura do Simpósio, fomos homenageados, mostrando que a cultura é viva e pulsa em Laranjeiras. A mesa pode ouvir nossos projetos com o São Gonçalo, e me deixa muito satisfeito em poder estar mostrando cultura no Simpósio”, finalizou o Mestre Neilton.
No encerramento da programação, foi realizada a mesa final para a escolha do tema do 52º Encontro Cultural de Laranjeiras, reafirmando o caráter participativo e reflexivo do evento, que constrói coletivamente as perspectivas para o futuro do encontro. A temática escolhida foi “Renovando a tradição: se não voltar esse ano, para o ano eu vou voltar”.
O encerramento oficial trouxe um clima de celebração e reconhecimento, destacando o compromisso do Governo de Sergipe com a valorização dos saberes tradicionais, a promoção do diálogo entre pesquisadores e mestres populares e a continuidade de espaços que fortalecem a identidade cultural do estado e do país.
O sábado, 10, foi marcado pelo encerramento do 51º Simpósio do Encontro Cultural de Laranjeiras, evento realizado pelo Governo de Sergipe, por meio da Secretaria Especial da Cultura (Secult) e da Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap), com organização do Conselho Estadual de Cultura. Ao longo de quatro dias, o Simpósio, com o tema “É de Ponta de Pé, É de Calcanhar”, aprofundou reflexões sobre a folkcomunicação e reforçou o diálogo entre o campo acadêmico e as tradições populares.
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No último dia, as atividades começaram com a Mesa 7 – “Estéticas da folkcomunicação: é de ponta de pé, é de calcanhar”, que reuniu os professores doutores Guilherme Fernandes (UFRB), José Cláudio Alves de Oliveira e Lindolfo Amaral, sob mediação do professor Frank Rolim de Almeida.
Para o Prof. Guilherme Fernandes, estar presente no Simpósio é muito satisfatório, como pesquisador: “ouço falar deste evento há muito tempo; e estar aqui discutindo a folkcomunicação é uma grande honra, da rede Folkcom. É uma cidade histórica, acolhedora e muito rica culturalmente. Estar imerso nessa cultura é sempre gratificante”, explicou.
Em seguida, a Mesa 8 – “A palavra e o corpo dos mestres da cultura popular” colocou no centro do debate os próprios detentores dos saberes tradicionais, com a participação de mestres e mestras como Neilton (São Gonçalo), Josefa Santos de Jesus (Samba de Roda – Simão Dias), Maria Ione (Lagarto) e José Ronaldo de Menezes (Zé Rolinha). A programação foi uma celebração da oralidade, da memória e dos corpos que guardam e transmitem práticas culturais essenciais à identidade coletiva, principalmente com os mestres sergipanos.
O Mestre Neilton, mestre do grupo São Gonçalo, que traz a homenagem do Simpósio este ano, mostrou-se satisfeito com a mesa temática. “Foi um momento inesquecível. O Simpósio é peça-chave para o Encontro Cultural. Nós viemos abrilhantar a abertura do Simpósio, fomos homenageados, mostrando que a cultura é viva e pulsa em Laranjeiras. A mesa pode ouvir nossos projetos com o São Gonçalo, e me deixa muito satisfeito em poder estar mostrando cultura no Simpósio”, finalizou o Mestre Neilton.
No encerramento da programação, foi realizada a mesa final para a escolha do tema do 52º Encontro Cultural de Laranjeiras, reafirmando o caráter participativo e reflexivo do evento, que constrói coletivamente as perspectivas para o futuro do encontro. A temática escolhida foi “Renovando a tradição: se não voltar esse ano, para o ano eu vou voltar”.
O encerramento oficial trouxe um clima de celebração e reconhecimento, destacando o compromisso do Governo de Sergipe com a valorização dos saberes tradicionais, a promoção do diálogo entre pesquisadores e mestres populares e a continuidade de espaços que fortalecem a identidade cultural do estado e do país.
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