Rei Charles mantém Andrew fora de cena – O monarca britânico, de 77 anos, iniciou uma série de obras de segurança na propriedade Marsh Farm, dentro da Sandringham House, para evitar que o irmão caçula, Andrew Mountbatten Windsor, volte a ser fotografado em público, informou o site Radar Online nesta semana.
Transferência para área isolada de Sandringham
Andrew, que completou 66 anos e foi preso em 19 de fevereiro por suspeita de má conduta em cargo público, será instalado em Marsh Farm, local antes negligenciado. A mudança acompanha reformas descritas por uma fonte real como um “restringimento do perímetro”.
Cercas, câmeras e zona de voo proibido
Imagens recentes mostram a colocação de uma cerca metálica de 1,83 m atrás da barreira de madeira já existente na frente da casa. Placas alertam que o terreno é privado, proíbem fotógrafos e prometem relatar violações ao regulador IPSO. O pacote inclui ainda câmeras, luzes externas, cercas laterais da mesma altura e a ampliação da zona aérea restrita que cobre Sandringham para englobar Marsh Farm.
Estrategia para conter exposição midiática
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De acordo com uma fonte do palácio, Charles “está determinado a impedir que a situação vire drama midiático” e quer “reduzir ao mínimo as linhas de visão e o acesso de câmeras”. A equipe real trabalha para separar a atuação institucional do rei de problemas pessoais do irmão, acrescentou o interlocutor.
A mesma fonte afirmou que Charles prefere que Andrew “não seja mais visto pelo público até o fim da vida”.
Reforma combina privacidade e controle financeiro
Outro informante destacou que Marsh Farm já precisava de obras e que as medidas de segurança foram integradas ao projeto desde o início. O objetivo, disse ele, é tornar a residência “invisível para transeuntes e fotógrafos, no chão ou no ar”.
Sandringham pertence ao monarca, e não ao Estado, o que permite ao rei definir a estrutura e o financiamento sem escrutínio público. Para um ex-funcionário da coroa, isso demonstra que se trata de uma “acomodação privada para um membro da família em dificuldade”, não de um arranjo oficial financiado por recursos públicos.
Fonte: Revista Monet
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