São Paulo – Em entrevista à revista Rolling Stone, o cineasta James Cameron, criador da franquia “O Exterminador do Futuro”, afirmou temer um cenário de “apocalipse” caso sistemas de armas sejam integrados a tecnologias de inteligência artificial (IA).
“Acho que ainda existe o perigo de um apocalipse no estilo de ‘O Exterminador do Futuro’, onde você junta IA com sistemas de armas, armas nucleares, contra-ataques de defesa nuclear, tudo isso”, declarou. Segundo o diretor, a rapidez do campo de batalha e o curto tempo para decisões exigiriam “uma superinteligência para processar tudo”.
Cameron lembrou que falhas humanas já colocaram o mundo perto de conflitos nucleares e que, mesmo com supervisão, erros continuariam possíveis. “Talvez sejamos espertos e mantenhamos um humano no meio de tudo, mas humanos são falhos”, observou.
Ameaças simultâneas
Para o diretor, três riscos existenciais avançam ao mesmo tempo: crise climática, proliferação de armas nucleares e desenvolvimento de superinteligências artificiais. “Todas elas estão se manifestando e atingindo o ápice ao mesmo tempo. Talvez a superinteligência seja a resposta. Não sei”, afirmou.
Novos projetos
Atualmente, Cameron divulga o livro “Ghosts of Hiroshima”, obra que pretende levar às telas em uma futura adaptação cinematográfica.
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Imagem: g1.globo.com
Lançado em 1984, “O Exterminador do Futuro” acompanha um ciborgue assassino, vivido por Arnold Schwarzenegger, enviado do futuro para matar Sarah Connor, personagem central para a sobrevivência da humanidade.
Com informações de G1
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