BRASIL — O Tinder apresentou um recurso de reconhecimento de íris via World ID para reduzir perfis falsos criados com inteligência artificial, mas a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) proibiu o serviço no país desde janeiro de 2025.
- Em resumo: verificação de íris garante selo de autenticidade, porém não pode operar no Brasil por decisão da ANPD.
Nova checagem biométrica chega ao app
Segundo o portal especializado Tecnoblog, a verificação será integrada diretamente no aplicativo e dará bônus e selo de autenticidade a quem concluir o processo. A tecnologia foi testada no Japão e deve ser liberada “em breve” em outros mercados.
O sistema usa a plataforma World ID, criada pela Tools for Humanity, empresa cofundada por Sam Altman, também CEO da Open AI. Até o momento, não há informação sobre eventual bloqueio de contas que se recusem à checagem.
Proibição determinada pela ANPD
A ANPD barrou a coleta de íris da World ID em janeiro de 2025 ao avaliar que a oferta de pagamentos em troca do cadastro biométrico poderia pressionar pessoas em situação de vulnerabilidade, ferindo a livre manifestação de vontade.
Com a restrição, o Tinder mantém no Brasil apenas o Face Check, verificação facial lançada em dezembro de 2025 para evitar deepfakes e o ingresso de menores de idade.


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Crédito da imagem: Divulgação
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