STF julga suspensão de penduricalhos – Nesta quarta-feira (25 de março), o Supremo Tribunal Federal abriu julgamento para decidir se mantém as decisões dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes que pararam o pagamento de benefícios acima do teto constitucional de R$ 46,3 mil nos Três Poderes.
Decisões individuais em pauta
Em 5 de fevereiro, Dino determinou que verbas não previstas em lei fossem suspensas em até 60 dias pelos poderes Judiciário, Legislativo e Executivo, abrangendo as esferas federal, estadual e municipal.
Logo depois, Gilmar Mendes estendeu a suspensão a juízes e membros do Ministério Público.
A análise do plenário foi iniciada no mês anterior, mas foi interrompida para aguardar o relatório de uma comissão interna sobre possíveis regras de transição.
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Diagnóstico da comissão
A comissão concluiu os trabalhos nesta semana. Técnicos apontaram que Judiciário e Ministério Público pagam cerca de R$ 17 bilhões em penduricalhos acima do teto.
O grupo sugeriu adotar os critérios da Receita Federal para definir quais pagamentos podem ser classificados como verbas indenizatórias, categoria responsável pelo descumprimento do limite remuneratório.
Fonte: Agência Brasil
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