Simone Tebet troca MDB pelo PSB e mira Senado por SP

República da Verdade
3 Min Leitura

Simone Tebet se filia ao PSB – A ministra do Planejamento oficializou a mudança de partido neste sábado (21 de março) depois de quase três décadas no MDB, passo considerado estratégico para a candidatura ao Senado por São Paulo nas eleições de 2026 com o aval do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Nota do novo partido

Em comunicado, o PSB classificou a chegada de Tebet como um “encontro” político. A legenda destacou a “experiência institucional”, a “capacidade de dialogar” e o “compromisso democrático” da nova filiada, lembrando passagens dela pelos cargos de prefeita, vice-governadora, senadora e candidata à Presidência da República.

Segundo o texto, a filiação amplia “o horizonte” do PSB ao incorporar uma liderança de projeção nacional que deve ter atuação relevante sobretudo em São Paulo, estado visto como prioritário na próxima disputa eleitoral.

Publicidade

Despedida do MDB

Pelas redes sociais, Tebet agradeceu ao MDB pelo período de quase 30 anos. Em uma das publicações, escreveu:

“O MDB […] me permitiu servir ao Brasil por quase 30 anos”.

Ela acrescentou que o PSB a “acolhe e convida a construir, juntos, o país dos nossos melhores sonhos”.

Apoio do Palácio do Planalto

Na quinta-feira (19 de março), Lula reiterou, em evento do PT em São Bernardo do Campo, que apoiará Tebet na disputa por uma cadeira na Casa Alta por São Paulo. O encontro também marcou o lançamento da pré-candidatura de Fernando Haddad (PT) ao governo paulista.

design sem nome 62

De acordo com a ministra, o convite para concorrer ao Senado partiu de Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin, que também é filiado ao PSB.

Composição da chapa paulista

A definição completa das candidaturas em São Paulo deve avançar apenas em abril. Internamente, discute-se ainda o nome da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, para disputar o Senado pelo mesmo estado.

No PT, há avaliação de que um aliado de centro “seria bem-vindo” como vice de Haddad, alguém com diálogo junto a setores produtivos e ao mercado, considerados mais reticentes ao partido.

Fonte: Jovem Pan

Publicidade
Compartilhe essa Notícia
Entre no Grupo de Notícias