Ressonância magnética – O Centro de Acolhimento e Diagnóstico por Imagem (Cadi), vinculado à Secretaria de Estado da Saúde (SES), começou a operar um novo equipamento de alto campo, elevando a capacidade de realização de exames e acelerando diagnósticos para usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).
Novo equipamento eleva qualidade e velocidade
O aparelho substitui o modelo anterior, de baixo campo magnético, que já apresentava limitações técnicas. Segundo a diretora do Cadi, Jullyana Andrade, a melhoria é “expressiva” tanto na definição das imagens quanto no tempo de execução dos exames.
“Conseguimos retomar os atendimentos priorizando pacientes com maior necessidade clínica. Também iniciamos o reagendamento de pacientes”, explicou a gestora.
Os primeiros beneficiados são pacientes oncológicos, pessoas acamadas, com dificuldades de locomoção ou com comorbidades graves. A tecnologia mais avançada possibilita laudos mais completos e diagnósticos mais precisos.
Fase de testes já mostra resultados
Em fevereiro, ainda no período de ajustes, o centro realizou 92 exames. Neste estágio inicial, o foco está na área musculoesquelética, abrangendo crânio, coluna lombar e membros superiores e inferiores.
A partir de abril, a unidade passará a adotar protocolo de medicina interna, estendendo o serviço a partes moles, abdômen, coxa e outras regiões do corpo.
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Como solicitar o exame
O acesso à ressonância é regulado pelo SUS. O paciente deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima para inserir a solicitação no sistema. Em caso de dificuldade, a orientação pode ser obtida na secretaria de saúde do município.
Números de atendimentos
Ao longo de 2025, o Cadi contabilizou mais de 15 mil atendimentos, incluindo radiografias, tomografias, ressonâncias, ultrassonografias e procedimentos de otorrinolaringologia, área na qual a unidade é referência.
Relatos de pacientes
“Quando a gente está doente, precisa saber o que está acontecendo. Esse tipo de exame ajuda muito”, disse Nilton Santos, que fez a ressonância após quedas de moto e dores recorrentes na coluna.
“Está tudo mais organizado e o atendimento é muito atencioso. A gente se sente acolhida”, destacou Laudice Barbosa sobre as melhorias observadas na estrutura.
Fonte: Saúde
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