BRASIL — Nesta quarta-feira ( data não informada na fonte ), o Partido dos Trabalhadores divulgou um manifesto de oito páginas com a estratégia para a eleição de 2026 e a tentativa de reeleger o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
- Em resumo: texto detalha cinco reformas, cita ameaça da extrema-direita e cobra protagonismo brasileiro sobre terras raras.
Documento prioriza reformas e altera jornada de trabalho
O PT confirmou apoio ao fim da escala 6×1 e elencou cinco reformas: política e eleitoral, tributária, tecnológica, do Poder Judiciário e administrativa. O material não menciona o Banco Master nem o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
“um projeto nacional de desenvolvimento, orientado por objetivos estratégicos claros e sustentado por uma correlação de forças capaz de enfrentar privilégios historicamente consolidados.”, diz o manifesto.
“Essas reformas estruturantes organizam o núcleo estratégico do projeto nacional e consolidam o caminho que o Brasil já começou a trilhar.”, acrescenta o texto.
“Elas implicam a continuidade e o aprofundamento das políticas públicas e projetos estruturantes em curso. E exigem que o Brasil dê um passo além neste próximo ciclo: que consolide este legado.”, prossegue o documento.
PT associa cenário eleitoral a tensão geopolítica
A sigla relaciona a disputa de 2026 ao avanço da extrema-direita na Europa e nas Américas e critica a concentração de renda.
“As eleições de 2026 serão disputadas no Brasil em um cenário de avanço da extrema-direita e do fascismo nos principais países da Europa e das Américas.”, afirma o texto.
“Sistema que se organiza sob a lógica da concentração de riqueza, diante do colapso, não corrige suas distorções: socializa prejuízos e preserva privilégios.”, segue o documento.
“A democracia é tensionada pela desinformação e pela captura do espaço público por interesses privados. Nesse contexto, reeleição do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva é decisiva para o futuro do Brasil e para o campo democrático internacional.”, sustenta o manifesto.
“Guerras, sanções, bloqueios e intervenções voltam ao centro do tabuleiro geopolítico, corroendo o direito internacional e aprofundando crises”, diz o texto.
“A democracia, cada vez mais mediada por plataformas privadas, tornou-se terreno de disputa desigual.”, completa o documento.
Controle nacional das reservas de terras raras
O partido exige que o processamento desses minerais ocorra no país, associando o tema à transição energética.
“Explicar o valor desses recursos é explicar a nossa independência: sem terras raras, não há transição energética nem soberania digital.”, diz o manifesto.
“Brasil detém uma das maiores reservas do planeta e não pode aceitar o papel de mero exportador de minério bruto; nosso projeto exige que o processamento e a inteligência sobre esses minerais ocorram em solo nacional, gerando empregos qualificados e protegendo nossa riqueza contra a cobiça internacional.”, conclui o texto.
Acompanhe mais sobre política na editoria de Política.
Crédito da imagem: Divulgação
Siga a República da Verdade e entre no nosso grupo exclusivo de discussão política.






