Prisão domiciliar de Bolsonaro – O procurador-geral da República, Paulo Gonet, enviou ao Supremo Tribunal Federal parecer que apoia a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro para prisão domiciliar humanitária, argumentando necessidade de acompanhamento médico ininterrupto.
Parecer da PGR
No documento, Gonet afirma que o monitoramento integral é essencial diante das “súbitas e imprevisíveis alterações perniciosas” no quadro clínico do condenado.
“Está positivada a necessidade da prisão domiciliar, ensejadora dos cuidados indispensáveis ao monitoramento, em tempo integral, do estado de saúde do ex-presidente”, escreveu o procurador-geral.
Condições de saúde do ex-presidente
Em 13 de março, Bolsonaro passou mal na ala especial do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecida como Papudinha, e foi encaminhado ao hospital DF Star, em Brasília.
Internado na UTI, apresentou sudorese, calafrios e baixa oxigenação. Exames indicaram broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa. Ele continua hospitalizado.
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Condenação e execução da pena
Bolsonaro, de 71 anos, cumpre pena de 27 anos e três meses imposta pelo STF por cinco crimes contra a democracia, entre eles a liderança de uma organização criminosa armada que tentou promover um golpe de Estado.
Pedido da defesa e manifestação de Moraes
Após a internação, advogados voltaram a pedir que a pena seja cumprida em casa, alegando risco de morte súbita e necessidade de vigilância constante. O ministro Alexandre de Moraes, relator da execução penal, solicitou manifestação da PGR em 20 de março.
Fonte: Agência Brasil
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