Penduricalhos: STF começa a votar manutenção de suspensão

Paulo Filho
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Penduricalhos – Benefícios extras que, somados aos salários, superam o teto constitucional de R$ 46,3 mil começaram a ser julgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que decidirá se a suspensão determinada por ministros será mantida nos Três Poderes.

Avaliação de decisões individuais

O plenário analisa, em conjunto, os despachos dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes, responsáveis por barrar os pagamentos.

Suspensão imposta em fevereiro

Em 5 de fevereiro, Dino determinou o corte dos penduricalhos não previstos em lei, alcançando Judiciário, Legislativo e Executivo nas esferas federal, estadual e municipal. Os órgãos receberam prazo de 60 dias para revisar e interromper verbas que ultrapassam o limite remuneratório.

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Na sequência, Gilmar Mendes estendeu a restrição a juízes e integrantes do Ministério Público.

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Possível regra de transição

Além de confirmar ou revogar a suspensão, os ministros discutirão a criação de normas transitórias para a aplicação da medida.

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Impacto estimado

Segundo projeção citada no processo, Judiciário e Ministério Público desembolsam cerca de R$ 17 bilhões por ano em penduricalhos acima do teto.

Fonte: Agência Brasil

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Paulo Filho é contador e especialista em legislação tributária e direito empresarial. Com sólida atuação na área contábil e jurídica, colabora com portais de notícias trazendo análises sobre economia, finanças públicas, tributação e o impacto das decisões jurídicas no cotidiano dos cidadãos e das empresas.
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