A imprensa sergipana perdeu um de seus maiores nomes. Diógenes Brayner faleceu em Aracaju vítima de câncer de pâncreas, deixando um legado de décadas dedicadas ao jornalismo político.
O jornalista Diógenes Brayner faleceu na noite de quarta-feira (24) em Aracaju, aos 79 anos, devido a complicações relacionadas a um câncer de pâncreas. Natural de Petrolândia, em Pernambuco, Brayner se mudou para Sergipe em 1982, onde foi convidado para dirigir o Jornal de Sergipe.
Durante décadas, ele foi uma figura proeminente na imprensa sergipana, liderando a Coluna Plenário em seu portal FaxAju. Sua última coluna foi publicada em fevereiro deste ano, demonstrando seu compromisso contínuo com o jornalismo até os últimos momentos de sua vida.
“Sou apenas e sempre um repórter e não considero que ser jornalista seja escrever artigos e comentários profundos. Geralmente quem se rotula de ‘homem de imprensa’ por escrever e expor artigos e exibir intelectualidades não sabe escrever uma ‘nota de aniversário’ e nem se interessa pelo dia-a-dia da informação.”
Essas palavras, proferidas em uma entrevista ao jornalista Jozailto Lima, refletem a visão que Brayner tinha sobre sua profissão e sua dedicação à prática do jornalismo. Ele acreditava que a essência do jornalismo residia na apuração e na entrega de informações relevantes ao público.
O corpo de Diógenes Brayner está sendo velado no Velatório Osaf, localizado na Rua Itaporanga. A cremação está programada para as 15h desta quinta-feira (25), no Crematório Vila da Paz, em Itaporanga d’Ajuda.
Brayner deixa sua esposa, Renata, além de filhos e netos, e deixa um legado significativo para a imprensa sergipana, sendo lembrado por sua contribuição e pelo impacto que teve na formação da opinião pública em sua região.
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