Lula – Na última terça-feira (24 de março), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cometeu um deslize ao agradecer autoridades durante a cerimônia de sanção da Lei Antifacção, no Palácio do Planalto.
Deslize durante sanção da Lei Antifacção
Ao citar integrantes do governo e do Congresso, o chefe do Executivo disse que o país dava “mais um passo importante” para se tornar “um dos países mais respeitados do mundo no crime organizado”.
“Parabéns a todos que contribuíram (…) para que o Brasil seja um dos países mais respeitados do mundo no crime organizado”, declarou Lula.
Esclarecimento do Planalto
A Secretaria de Comunicação Social da Presidência afirmou que o presidente pretendia mencionar o combate ao crime organizado, não exaltar a atividade criminosa.
O que muda com a nova lei
A Lei Antifacção aumenta penas para líderes de facções, endurece regras de progressão de regime e cria mecanismos de confisco de bens e recursos ligados a atividades ilícitas.
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Segundo o governo, as medidas miram as cúpulas das organizações criminosas, inclusive milícias e grupos paramilitares, e buscam limitar sua atuação dentro e fora dos presídios.
Outros lapsos do presidente em 2026
O episódio soma-se a tropeços anteriores de Lula neste ano. Em fevereiro, ele trocou o nome da primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja, pelo de Marisa Letícia, sua ex-esposa, durante evento em Mauá (SP).
Em outra ocasião, chamou a ex-presidente Dilma Rousseff de Irma Passoni, ex-deputada do PT, e voltou a usar o termo “judiar” ao comentar futebol, expressão criticada por especialistas.
Fonte: Revista Oeste
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