A parceria entre a paulista Luisa Stefani e a canadense Gabriela Dabrowski disputa, às 9h30 (Brasília UTC-3) deste sábado (21), a final do WTA 1000 de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Do outro lado da quadra estarão a alemã Laura Siegemund e a russa Vera Zvonareva.
Se conquistar o título, Stefani, hoje 14ª do ranking de duplas da WTA, voltará ao seleto grupo das dez melhores, assumindo o 10º posto. Dabrowski, atualmente em 10º, poderá saltar para a vice-liderança. Em caso de vice-campeonato, a brasileira permanece em 14º lugar, enquanto a canadense sobe para a terceira posição.
Reta final com clima de revanche
A vaga na decisão veio na sexta-feira (20) após vitória por 2 sets a 1 sobre a cazaque Anna Danilina e a sérvia Aleksandra Krunic, parciais de 4/6, 6/2 e 10-6 no super tie-break, em 1h29 de jogo. O resultado serviu como resposta às derrotas sofridas para a mesma dupla nas semifinais do WTA 1000 de Doha e do Aberto da Austrália.
“Super feliz com a primeira final da temporada. Mantivemos a paciência, fizemos pequenos ajustes e jogamos o super tie-break mais sólidas”, avaliou Stefani, em comunicado à imprensa.
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Possível 15º troféu da carreira
O torneio em Dubai pode render à brasileira o 15º título profissional. Dos 14 já conquistados, dois foram ao lado de Dabrowski: o WTA 1000 de Montreal, em 2021, e o WTA 250 de Chennai, em 2022. A final deste sábado é a 24ª que Stefani disputa no circuito.
Peso de um WTA 1000
Os eventos de nível WTA 1000 são os mais importantes do calendário abaixo dos quatro Grand Slams (Aberto da Austrália, Roland Garros, Wimbledon e US Open). A pontuação concedida em Dubai pode ser decisiva para recolocar a brasileira entre as principais duplistas do mundo.
Com informações de Agência Brasil
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