A orientação interna da Amazon para que suas equipes priorizem o assistente de programação Kiro, criado pela própria companhia, gerou insatisfação entre funcionários. Mensagens obtidas pelo Business Insider indicam que cerca de 1.500 colaboradores apoiam formalmente a adoção do Claude Code, ferramenta da Anthropic, como opção oficial.
Política de uso
Desde o segundo semestre de 2025, a empresa exige autorização formal para que desenvolvedores recorram a soluções externas de inteligência artificial. A diretriz desencoraja o uso do Claude Code mesmo o Kiro sendo alimentado por modelos da Anthropic — companhia que tem a Amazon como uma das principais investidoras e parceira estratégica. O Claude também é oferecido a clientes da AWS por meio da plataforma Bedrock.
Reações internas
Em fóruns corporativos, engenheiros questionaram a produtividade do Kiro, alegando que o Claude Code apresenta melhor desempenho em determinadas tarefas. Profissionais responsáveis pela venda do Bedrock destacaram a dificuldade de recomendar o Claude a clientes sem poder utilizá-lo livremente no próprio trabalho. “Os clientes vão perguntar por que deveriam confiar ou usar uma ferramenta que não aprovamos para uso interno”, escreveu um funcionário.
Preços vistos na Amazon em 07/08 e sujeitos a alteração. Como Associado da Amazon, recebo por compras qualificadas.
Resposta da empresa
Um porta-voz da Amazon afirmou que o Kiro já proporciona “melhorias incríveis em eficiência e entrega” e que aproximadamente 70% dos engenheiros de software recorreram ao assistente pelo menos uma vez em janeiro. A companhia reforçou não ter planos de homologar novas soluções externas de desenvolvimento, mas mantém um processo para exceções.
Em debate semelhante no ano passado, o CEO da AWS classificou como “burrice” a ideia de substituir funcionários juniores por inteligência artificial.
Com informações de Tecnoblog
Siga a República da Verdade e entre no nosso grupo exclusivo de discussão política.









