Esporotricose – A Secretaria de Estado da Saúde (SES) de Sergipe reuniu representantes dos municípios para unificar o fluxo de notificação da doença, agora de comunicação obrigatória em todo o Brasil por determinação do Ministério da Saúde.
Obrigatoriedade ampliada
Casos humanos de esporotricose passaram a ser notificados compulsoriamente no país no ano passado. Em Sergipe, a exigência foi estendida também aos registros em animais, integrando as áreas de saúde humana e animal.
Alinhamento com os municípios
Durante o encontro, a SES apresentou uma nota informativa com orientações sobre vigilância e notificação, buscando padronizar cada etapa do processo e corrigir falhas identificadas no registro de ocorrências.
“Essa obrigatoriedade, agora também para animais, fortalece o controle integrado da doença”, explicou Rita Castro, referência técnica estadual para esporotricose.
Ferramentas de registro
O acompanhamento de casos em animais continuará no sistema RedCap. Já os episódios em humanos passam a ser lançados no e-SUS Sinan, ferramenta que, segundo Rita Castro, garante maior organização e rastreabilidade dos dados.
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Prevenção e controle
Com dados padronizados, o Estado espera analisar melhor a disseminação da infecção e planejar ações eficazes de prevenção, assistência e controle.
A esporotricose é causada por fungos do gênero Sporothrix e pode ser adquirida a partir de matéria orgânica contaminada ou pelo contato com animais infectados, principalmente gatos. A prevenção inclui posse responsável, diagnóstico precoce e tratamento adequado dos animais, reduzindo o risco para humanos e pets.
Fonte: Secretaria de Estado da Saúde de Sergipe
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