CPMI do INSS – O deputado Maurício Marcon (PL-RS) afirmou no plenário que o governo Lula age para impedir a prorrogação da comissão que apura fraudes na Previdência.
Prorrogação em disputa
Segundo o parlamentar, aliados do Planalto tentam esvaziar os trabalhos ao limitar o prolongamento da comissão.
“Quem é contra prorrogar a investigação para botar esses marginais na cadeia? A resposta é simples: o governo Lula tenta enterrar a CPMI a todo custo”, declarou.
Marcon relatou que governistas coletam assinaturas para prorrogar a CPMI por apenas 15 dias, movimento que, na visão dele, serve apenas para “bater no peito e dizer: ‘nós queremos investigar’”.
Cenário político
“Hoje temos duas forças no país: de um lado, a direita tentando prorrogar a CPMI a todo custo; do outro, a esquerda tentando enterrá-la”, resumiu o deputado. “A pergunta que fica é: por que, se não há nada a esconder?”
Citações sobre Lulinha
No mesmo discurso, o congressista mencionou reportagens sobre a suposta participação de Fábio Luís da Silva, o Lulinha, em esquema de desvio de recursos do INSS.
“Lulinha foi à Finlândia bancado por lobista. O filho de Lula, com dinheiro roubado de aposentados, foi ver a aurora boreal”, disse.
Ele afirmou que a passagem de ida e volta em primeira classe teria custado cerca de R$ 60 mil por pessoa e que a viagem incluiu toda a família.
“Lembrando que Lulinha, quando Lula não era presidente, juntava fezes de elefante em um zoológico. Hoje viaja para a Lapônia com o dinheiro dos aposentados”, criticou.
Questionamento sobre impunidade
Marcon encerrou a fala cobrando responsabilização.
“Onde nós erramos como sociedade? Onde não consideramos que este cidadão tinha que estar preso?”, indagou.
Fonte: Revista Oeste
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