A Caixa Econômica Federal deposita nesta segunda-feira (23) a parcela de fevereiro do Bolsa Família para os beneficiários cujo Número de Inscrição Social (NIS) termina em 6.
O valor mínimo do pagamento permanece em R$ 600, mas, graças aos adicionais previstos pelo programa, o tíquete médio sobe para R$ 690,01. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, 18,84 milhões de famílias serão atendidas neste mês, movimentando R$ 13 bilhões em recursos federais.
Além da parcela básica, três complementos podem elevar o benefício:
- Benefício Variável Familiar Nutriz – seis prestações de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses;
- Extra de R$ 50 para gestantes e nutrizes;
- Extra de R$ 50 por filho de 7 a 18 anos;
- Extra de R$ 150 para cada criança de até 6 anos.
Os depósitos seguem, tradicionalmente, o calendário dos últimos dez dias úteis de cada mês. Informações sobre valor, composição das parcelas e cronograma podem ser consultadas pelo aplicativo Caixa Tem.
Preços vistos na Amazon em 19/08 e sujeitos a alteração. Como Associado da Amazon, recebo por compras qualificadas.
Pagamento unificado em 171 municípios
Moradores de 171 cidades de oito estados receberam o valor antecipadamente no dia 12, independentemente do final do NIS. A iniciativa contemplou 122 municípios do Rio Grande do Norte, afetados pela seca, além de localidades na Bahia (14), Paraná (12), Sergipe (11), Roraima (6), Amazonas (3), Piauí (2) e Santa Catarina (1). As listas completas estão disponíveis no site do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.
Seguro Defeso e regra de proteção
Desde 2024, o Bolsa Família não sofre mais descontos do Seguro Defeso, conforme a Lei 14.601/2023. O seguro é destinado a pescadores artesanais impossibilitados de trabalhar durante a piracema.
Também em vigor, a regra de proteção beneficia cerca de 2,51 milhões de famílias neste mês. Quem consegue emprego e eleva a renda continua recebendo 50% do valor a que teria direito por até dois anos, desde que cada integrante ganhe, no máximo, meio salário mínimo. A partir de 2025, o período de permanência na regra caiu para um ano, mas somente para quem ingressou na transição a partir de junho daquele ano; famílias incluídas até maio de 2025 mantêm o prazo de dois anos.
Com informações de Agência Brasil
Siga a República da Verdade e entre no nosso grupo exclusivo de discussão política.









